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terça-feira, 17 de maio de 2011
Seu telefone celular tá ruim? Pode piorar.
Segundo reportagem publicada na Folha de São Paulo, edição de 17/05/2011, a cargo de Julio Wiziack e Tatiana Resende, o conjunto de empresas que exploram telefonia celular no Brasil teriam de investir cerca de R$ 50 bilhões (isso mesmo: cinquenta bilhões de reais!!!) para resolver parte dos problemas de qualidade (ausência ou queda de sinal, ruídos, etc). É que, comparado a outros países, no Brasil as antenas são insuficientes. No Reiino Unido há uma (1) antena para cada 4 Km2; nos EUA uma (1) antena para cada 37 Km2. E no Brasil há uma (1) antena para cada 169 Km2.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
ADOÇÃO : UM ATO DE AMOR
Existem no Brasil, hoje, milhares de crianças em situação de abandono material e/ou intelectual. Muitas dessas pessoinhas estão perambulando pelas ruas, muitas vezes aprendendo o caminho do crime e dos vícios. Outras estão internadas em instituições de assistência que, apesar dos esforços do Estado e dos funcionários para dar-lhes um tratamento digno, a verdade é que nem sempre essas crianças conseguem, dentro dessas instituições, receber a assistência material e, principalmente, a assistência afetiva a que têm direito.
Nossas leis dizem que “toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes.” Temos, então, que a colocação em família substituta é medida de proteção destinada as crianças e adolescentes cujos direitos fundamentais se encontrem ameaçados ou violados. E essa colocação em família substituta concretiza-se mediante guarda, tutela ou adoção.
A adoção atribui a condição de filho ao adotado, com os mesmos direitos e deveres dos filhos biológicos, inclusive sucessórios, desligando-o de quaisquer vínculos com os pais e parentes de origem, salvo os impedimentos matrimoniais.
A pessoa não precisa ser casada para adotar uma criança ou adolescente. As pessoas que vivem em união estável e as pessoas solteiras podem adotar, independentemente da opção sexual.
Se a pessoa não é casada mas mora com alguém, pode a criança ou o adolescente (ou adulto) ser adotado por um deles ou por ambos.
A lei exige uma diferença de idade entre adotante e adotado de pelo menos dezesseis anos. Ou seja: quem está adotando há de ser pelo menos dezesseis anos mais velho do que a pessoa que vai ser adotada.
O vínculo da adoção constitui-se exclusivamente por sentença judicial, que será inscrita no registro civil mediante mandado do qual não se fornecerá certidão. A inscrição consignará o nome dos adotantes como pais, bem como o nome dos seus ascendentes como avós. O mandado judicial, que será arquivado, cancelará o registro original do adotado, se ele já tiver sido registrado anteriormente. E nenhuma observação sobre a origem da adoção poderá constar nas certidões de registro.
Tem gente que tem medo de adotar, pois teme adotar uma criança ou adolescente que mais tarde ficará doente, ou que mais tarde lhe dará dissabores. Mas quem garante que o filho natural não ficará doente? Quem garante que o filho natural não será fonte de dissabores?
A adoção é sempre um grande ato de amor; é uma grande prova de grandeza humana; é uma enorme demonstração de civilidade e de humanismo. Se sua vida está vazia, considere o ato de adotar uma criança.
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Gilmar da Cruz e Sousa, advogado militante em Juina.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Copa: correria de última hora
Relatório do Governo Federal aponta que se o Tribunal de Contas não afrouxar a fiscalização não vai dar tempo de concluir as obras para a Copa. Pura malandragem. Até parece que só agora foram informados da necessidade dessas obras!
Mas a ideia, apesar de lesar bastante o suado dinheiro que pagamos via impostos, é simples: deixa-se para a última hora e, assim, tentam fazer tudo às pressas, sem licitações.
Aí, os custos dessas obras vão às alturas, pois fica fácil desviar recursos públicos.
Preferia não ter a Copa!
"Cofrinhos":deleite ou comédia?
Esta moda é louca e burra ou estou ficando velho e chato. Estou falando da calça baixa, expondo, atrás, o início da fenda glútea, o chamado “cofrinho”. Na missa, na balada, nos encontros familiares e até mesmo no seco formalismo dos locais de trabalho, nossos olhos se assustam com aquela visão: a exposição, às vezes até profunda, daquilo que, no passado, se escondeu com pudor, aquele ponto da anatomia humana que começa onde termina o espinhaço.
Parte bem desenxabida do corpo humano, lá está ela, exposta, nada pudica, aos olhos curiosos (se bem que dá vontade, no mais das vezes, de jogar um copo de bebida bem gelada, ali). Deselegante porção corporal, fenda feia, mesmo agressiva aos olhos distraídos e com um mínimo de pudor. Mesmo a mais perfeita forma feminina perde a graça diante de paisagem tão estranha. Se o expositor é macho, pior fica.
Os mais jovens acham graça. E daí toma papel de bala, chiclete mascado, palito de dente e outros objetos dentro daquela abertura, a fim de que a pessoa portadora da incorreção estética tome jeito e se arrume.
Os mais velhos estranham mais, por não terem a mesma graça dos moços. E, até que passe essa deselegante moda, a grotesca visão se apresentará ainda mais incompreensível aos experimentados olhos que pensavam já ter visto de tudo. Ou quase tudo.
Dá saudade do tempo em que, diante de uma mulher, onde terminava a saia ou a blusa, somente o pensamento masculino continuava a viagem, em busca do belo, embalado em doce imaginação, pura e sensual magia.
Mas hoje, diante dos “cofrinhos” expostos, se chega a sentir saudades dos belos trajes de outrora, quando as pessoas se apresentavam com bom senso, mesmo que sem requinte e mesmo sendo pobre, pois todos procuravam fazer do próprio corpo um respeitável templo, reservando-se ao máximo a boa imagem, com natural elegância e pudor.
A modernidade é boa, mas tem muita coisa estranha exposta ou circulando por aí.
Trânsito e educação
No trânsito já cheio de Juina a faixa de pedestre preocupa.
De repente alguém nela adentra sem, antes, fazer qualquer menção disso. Os condutores de veículos correm o risco de atropelar alguém. Ou receber uma batida por trás.
Seria útil uma campanha pública de conscientização de que o pedestre tem PREFERÊNCIA de cruzar a via, mas deve aguardar na calçada para fazê-lo. Não pode surpreender os condutores. Tem gente que vem andando pela calçada e invade a pista, sem sequer olhar se vem algum veículo. Isso é perigoso para todos, principalmente para o pedestre, mais exposto a lesões físicas.
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